A Planta de Valores Genéricos (PVG) — também denominada Planta Genérica de Valores (PGV) em alguns municípios — é o instrumento de avaliação em massa utilizado pelas prefeituras para determinar o valor venal de imóveis urbanos para fins de cobrança do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). É um componente essencial da política tributária e fiscal municipal.
Metodologia de avaliação
A elaboração da PVG pela Vetor Z segue a metodologia científica da Norma ABNT NBR 14.653 (Avaliação de Bens), utilizando modelos estatísticos de regressão espacial e análise de mercado. O processo compreende: coleta de dados de transações imobiliárias e ofertas de mercado, análise de fatores de valorização e desvalorização por zona homogênea, calibração do modelo com amostras representativas e geração dos mapas de valores por metro quadrado de terreno e de construção.
Zonamento de valores
O produto final é uma base cartográfica georeferenciada contendo as zonas de valor do município, com atributos de valor de terreno (R$/m²) e tabelas de valores de construção por tipologia, estado de conservação e padrão construtivo. Os dados são entregues em formato compatível com os principais sistemas tributários municipais.
Atualização periódica
Recomendamos a revisão periódica da PVG (a cada 2 a 4 anos) para refletir as variações do mercado imobiliário e garantir a isonomia tributária. A Vetor Z oferece contratos de atualização continuada, com monitoramento de indicadores de mercado e atualização incremental das zonas de maior dinâmica imobiliária.
Benefícios para o município
Uma PVG atualizada e metodologicamente sólida garante justiça fiscal (cada contribuinte paga proporcionalmente ao valor real do seu imóvel), amplia a base tributária sem aumento de alíquotas, reduz litígios administrativos e judiciais e fortalece a capacidade de financiamento das políticas públicas municipais.